Região Norte do Paraná trabalha para manter viva a cultura cafeeira no Estado
22/12/2020
O Norte do Paraná é a principal região produtora de café no Estado. Mesmo com a redução constante da área plantada, saem do Paraná cafés de altíssima qualidade, premiados e que são reconhecidos pelos apreciadores da bebida. Dentro da série Feito no Paraná, que está apresentando produtos feitos no estado, o destaque da vez é a produção cafeeira no norte paranaense.
Está instalada na região a Fazenda Palmeira, uma das mais antigas produtoras de café no Paraná. Localizada em Santa Mariana, a fazenda é gerida por Cornélia Gamerschlag e o marido dela, Norbert. Ela contou que tudo começou com o avô, um suíço que desistiu da carreira de industrial para se aventurar na produção de café no Brasil, e se instalou no Noroeste paranaense em 1942. A propriedade dela tem 180 hectares que geram uma produção anula média de três mil e 500 sacas do grão. Para a produtora, o café paranaense figura entre os melhores do Brasil. Segundo Cornélia, o produto paranaense tem características únicas, o que torna o produto do estado bastante apreciado pelos conhecedores da bebida.// SONORA CORNÉLIA GAMERSCHLAG.//
De acordo com dados do Deral, o Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura, a safra de 2020 do café paranaense foi de 943 mil sacas de 60 quilos, cerca de 1% maior que o ano passado, que já foi 10% a 15% inferior ao potencial de produção. A produtividade sofreu diretamente com a falta de chuvas nos dois anos. Neste ano, 38 mil hectares foram dedicados à cultura de café no estado. Para fomentar a cultura cafeeira na região norte paranaense, empresários do segmento resolveram formar uma associação para explorar o café como uma alternativa de turismo. Trata-se de uma experiência única, passando por toda cadeia produtiva do café, do a pé à xícara. De acordo com Fernanda Correa, presidente da Associação Rota do Café, o grupo existe há quatro anos e tem por objetivo resgatar essa história do Paraná.// SONORA FERNANDA CORREA.//
Sete municípios participam da rota: Rolândia, Londrina, Santa Mariana, São Jerônimo da Serra, Sapopema, Ribeirão Claro e Carlópolis. Com a pandemia, os roteiros ficaram suspensos temporariamente, mas a expectativa é retomar as atividades no ano que se aproxima. Em Londrina, a gaúcha Cristina Rodrigues Maulaz resolveu materializar o sonho de trabalhar com a bebida que sempre gostou. Para isso, resolveu abrir uma cafeteria com um conceito diferente: oferecer ao público o melhor café feito nas redondezas.// SONORA CRISTINA RODRIGUES.//
Os cafés que chegam ao armazém são torrados, moídos e ganham o nome do produtor da bebida. Cristina afirma que o parque cafeeiro da região não produz em quantidade, mas em excelente qualidade. O projeto Feito no Paraná, criado pelo Governo do Estado, e elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses, movimentar a economia e promover a geração de emprego e renda. Empresas paranaenses interessadas em participar do programa podem se cadastrar no site feitonoparana.pr.gov.br. Já as matérias especiais da série podem ser conferidas em xoops.celepar.parana/migracao/secs_aenoticias. (Repórter: Wyllian Soppa)
Está instalada na região a Fazenda Palmeira, uma das mais antigas produtoras de café no Paraná. Localizada em Santa Mariana, a fazenda é gerida por Cornélia Gamerschlag e o marido dela, Norbert. Ela contou que tudo começou com o avô, um suíço que desistiu da carreira de industrial para se aventurar na produção de café no Brasil, e se instalou no Noroeste paranaense em 1942. A propriedade dela tem 180 hectares que geram uma produção anula média de três mil e 500 sacas do grão. Para a produtora, o café paranaense figura entre os melhores do Brasil. Segundo Cornélia, o produto paranaense tem características únicas, o que torna o produto do estado bastante apreciado pelos conhecedores da bebida.// SONORA CORNÉLIA GAMERSCHLAG.//
De acordo com dados do Deral, o Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura, a safra de 2020 do café paranaense foi de 943 mil sacas de 60 quilos, cerca de 1% maior que o ano passado, que já foi 10% a 15% inferior ao potencial de produção. A produtividade sofreu diretamente com a falta de chuvas nos dois anos. Neste ano, 38 mil hectares foram dedicados à cultura de café no estado. Para fomentar a cultura cafeeira na região norte paranaense, empresários do segmento resolveram formar uma associação para explorar o café como uma alternativa de turismo. Trata-se de uma experiência única, passando por toda cadeia produtiva do café, do a pé à xícara. De acordo com Fernanda Correa, presidente da Associação Rota do Café, o grupo existe há quatro anos e tem por objetivo resgatar essa história do Paraná.// SONORA FERNANDA CORREA.//
Sete municípios participam da rota: Rolândia, Londrina, Santa Mariana, São Jerônimo da Serra, Sapopema, Ribeirão Claro e Carlópolis. Com a pandemia, os roteiros ficaram suspensos temporariamente, mas a expectativa é retomar as atividades no ano que se aproxima. Em Londrina, a gaúcha Cristina Rodrigues Maulaz resolveu materializar o sonho de trabalhar com a bebida que sempre gostou. Para isso, resolveu abrir uma cafeteria com um conceito diferente: oferecer ao público o melhor café feito nas redondezas.// SONORA CRISTINA RODRIGUES.//
Os cafés que chegam ao armazém são torrados, moídos e ganham o nome do produtor da bebida. Cristina afirma que o parque cafeeiro da região não produz em quantidade, mas em excelente qualidade. O projeto Feito no Paraná, criado pelo Governo do Estado, e elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses, movimentar a economia e promover a geração de emprego e renda. Empresas paranaenses interessadas em participar do programa podem se cadastrar no site feitonoparana.pr.gov.br. Já as matérias especiais da série podem ser conferidas em xoops.celepar.parana/migracao/secs_aenoticias. (Repórter: Wyllian Soppa)