Hospital Universitário de Maringá realiza 6 mil testes para Covid-19
18/08/2021
O Hospital Universitário Regional de Maringá já realizou, desde o início da pandemia até a segunda semana de agosto de 2021, quase 6 mil testes para detectar a presença do novo coronavírus, dos tipos rápidos e exames de biologia molecular, RT-PCR. Em julho, o hospital, que pertence à UEM, Universidade Estadual de Maringá, recebeu do Lacen, o Laboratório Central do Estado a habilitação para processar os exames. Até então, as amostras coletadas eram enviadas ao Lacen e os resultados demoravam em torno de três dias, sendo o único hospital público da região com esta habilitação. Agora são apenas três horas para liberação dos resultados.
Os testes são feitos pelo Laboratório de Análises Clínicas em pacientes de toda 15º Regional de Saúde e também nos servidores do hospital. Os primeiros testes foram realizados em fevereiro do ano passado e a quantidade foi crescendo à medida que a pandemia ganhava mais força. Os exames são fundamentais para atender precocemente os pacientes, possibilitando o isolamento e o acompanhamento clínico dos casos positivos.
Segundo a coordenadora da Divisão de Análises Clínicas do Hospital Universitário de Maringá, Silvia de Sousa Dantas Alczuk, o laboratório possui uma excelente infraestrutura e pessoal altamente qualificado para realização desses e também de outros tipos de exames. //SONORA SILVIA DE SOUZA DANTAS ALCZUK//
O exame de biologia molecular é feito a partir de secreções coletadas das vias respiratórias, por meio de swab, um tipo de haste de plástico com algodões nas pontas. A amostra é depositada em um recipiente com reagentes específicos, o qual é inserido dentro do equipamento que faz a leitura se há ou não a presença do vírus. Já o teste rápido, é coletado amostra de sangue, a pesquisa de anticorpos, ou secreção, a pesquisa de antígenos, e os resultados deste método são liberados próximo de 15 minutos. (Repórter: Flávio Rehme)
Os testes são feitos pelo Laboratório de Análises Clínicas em pacientes de toda 15º Regional de Saúde e também nos servidores do hospital. Os primeiros testes foram realizados em fevereiro do ano passado e a quantidade foi crescendo à medida que a pandemia ganhava mais força. Os exames são fundamentais para atender precocemente os pacientes, possibilitando o isolamento e o acompanhamento clínico dos casos positivos.
Segundo a coordenadora da Divisão de Análises Clínicas do Hospital Universitário de Maringá, Silvia de Sousa Dantas Alczuk, o laboratório possui uma excelente infraestrutura e pessoal altamente qualificado para realização desses e também de outros tipos de exames. //SONORA SILVIA DE SOUZA DANTAS ALCZUK//
O exame de biologia molecular é feito a partir de secreções coletadas das vias respiratórias, por meio de swab, um tipo de haste de plástico com algodões nas pontas. A amostra é depositada em um recipiente com reagentes específicos, o qual é inserido dentro do equipamento que faz a leitura se há ou não a presença do vírus. Já o teste rápido, é coletado amostra de sangue, a pesquisa de anticorpos, ou secreção, a pesquisa de antígenos, e os resultados deste método são liberados próximo de 15 minutos. (Repórter: Flávio Rehme)