Guarda responsável de animais pode evitar ataques de cães contra leituristas
16/08/2021
Ataques por cães são a principal causa de acidentes entre leituristas da Copel, e preocupam também outras classes trabalhadoras que atuam com visitas periódicas a domicílios, como água e saneamento, coleta de lixo e de resíduos recicláveis, correspondências e entregas. O dia 17 de agosto é dedicado por lei ao alerta sobre o tema, em Curitiba.
A principal atitude que pode contribuir com a prevenção de acidentes é atentar para a guarda responsável dos animais, com espaço adequado e sem acesso as pessoas que passam pela rua. Um dos riscos mais encontrados pelos leituristas é a instalação da caixa de correspondência virada para o interior do domicílio, ou em altura inadequada, ao alcance dos cães. Outra situação de risco é a criação de animais em calçadas e terrenos abertos. De acordo com o responsável pelos serviços de leitura na Copel, Dihon Pereira Brandão, é comum que as pessoas alimentem e até instalem casa para animais soltos na rua e com isso o cão acaba entendendo aquela área como um território a ser defendido, e fica propenso a agredir qualquer pessoa que passe por ali. Ele orienta os consumidores proprietários de cães a conhecerem a data de leitura prevista, indicada na conta de luz e manter o acesso seguro ao relógio de luz e à caixa de correspondência. //SONORA DIHON PEREIRA BRANDÃO//
Em 2020, foram registrados 21 acidentes por mordedura canina na Copel; em 2021, foram nove ocorrências até o momento. Dihon lembra que não são apenas acidentes leves. //SONORA DIHON PEREIRA BRANDÃO//
Para evitar acidentes, além de buscar a conscientização dos moradores, a empresa investe em treinamentos, equipamentos de proteção, e possui um sistema de cadastro da presença dos cães, que serve de alerta para os colegas que farão a mesma rota de leitura em outras ocasiões. (Repórter: Flávio Rehme)
A principal atitude que pode contribuir com a prevenção de acidentes é atentar para a guarda responsável dos animais, com espaço adequado e sem acesso as pessoas que passam pela rua. Um dos riscos mais encontrados pelos leituristas é a instalação da caixa de correspondência virada para o interior do domicílio, ou em altura inadequada, ao alcance dos cães. Outra situação de risco é a criação de animais em calçadas e terrenos abertos. De acordo com o responsável pelos serviços de leitura na Copel, Dihon Pereira Brandão, é comum que as pessoas alimentem e até instalem casa para animais soltos na rua e com isso o cão acaba entendendo aquela área como um território a ser defendido, e fica propenso a agredir qualquer pessoa que passe por ali. Ele orienta os consumidores proprietários de cães a conhecerem a data de leitura prevista, indicada na conta de luz e manter o acesso seguro ao relógio de luz e à caixa de correspondência. //SONORA DIHON PEREIRA BRANDÃO//
Em 2020, foram registrados 21 acidentes por mordedura canina na Copel; em 2021, foram nove ocorrências até o momento. Dihon lembra que não são apenas acidentes leves. //SONORA DIHON PEREIRA BRANDÃO//
Para evitar acidentes, além de buscar a conscientização dos moradores, a empresa investe em treinamentos, equipamentos de proteção, e possui um sistema de cadastro da presença dos cães, que serve de alerta para os colegas que farão a mesma rota de leitura em outras ocasiões. (Repórter: Flávio Rehme)