Cartão Futuro abre novas oportunidades para jovens aprendizes

28/12/2020
Uma ação para incentivar a inserção de jovens no mercado de trabalho e garantir a manutenção de 15 mil vagas de empregos de paranaenses de 14 a 18 anos. Este é o propósito do Cartão Futuro Emergencial lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em dezembro. O programa oferece ao empregador que mantiver contrato ativo com aprendizes menores de 18 anos uma subvenção de 300 reais, por 90 dias. Quem contratar novos aprendizes, mesmo que em substituição dos que tiveram o contrato encerrado na pandemia, podem receber 500 reais. Nos dois casos os empregadores deverão manter os contratos com os aprendizes por, no mínimo, mais 60 dias após o pagamento da última parcela da subvenção. Eles também ficarão responsáveis pelo pagamento das demais verbas salariais, bem como pelos encargos trabalhistas e previdenciários. Elaborado pela Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, o programa exige um cadastro que pode ser feito pelo site cartaofuturo.pr.gov.br. O governador Ratinho Junior destacou que o objetivo é abrir oportunidades de primeiro emprego para os jovens.// SONORA RATINHO JUNIOR.//
O investimento previsto na etapa emergencial é de 20 milhões de reais para o pagamento do subsídio aos empregadores para complementar o salário dos jovens aprendizes. Os recursos são do Fundo da Infância e Adolescência, administrado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente.
O empregador deverá formalizar um Termo de Adesão, que será validado pelas 216 Agências do Trabalhador do Estado de maneira digital, via site. As vagas de aprendizagem ofertadas deverão ser abertas nas próprias agências. Outra ação emergencial da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho foi o auxílio do programa ‘Cartão Comida Boa’, que garantiu uma movimentação de 113 milhões de reais na economia paranaense. No total, 786 mil vouchers foram utilizados pelos beneficiários. O Comida Boa foi um complemento ao auxílio federal. Durante três meses, foi concedido o valor de 50 reais para pessoas economicamente vulneráveis comprarem gêneros alimentícios no comércio previamente cadastrado. (Repórter: Amanda Laynes)