Alimentos processados paranaenses são líderes nacionais e regionais de vendas
04/08/2021
Feijão Caldo Bom, alimentos prontos para consumo e embalados a vácuo da Vapza, granola da Jasmine, temperos e frutas secas da Jandira. Estes produtos têm em comum, além de serem feitos no Paraná, o fato de serem líderes nacionais e regionais de venda.
Na reportagem desta semana da série Feito no Paraná, vamos conhecer algumas empresas de alimentos processados, que se destacam em suas áreas de atuação.
Instalada no município de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, está a cinquentenária Caldo Bom. Matheus Stival, Head de Operações e terceira geração da família à frente da empresa, contou que a Caldo Bom começou como beneficiadora simples de farináceos e cereais. Com o tempo, viu que precisava inovar e ampliar sua gama de produtos. Segundo ele, hoje cerca de 150 itens compõem a marca, entre eles o feijão Caldo Bom, líder absoluto em vendas no Sul do Brasil há mais de uma década.// SONORA MATHEUS STIVAL.//
A unidade industrial instalada em Campo Largo emprega cerca de 300 pessoas, entre empregos diretos e indiretos. Agora, de acordo com Matheus, o objetivo da empresa é ampliar seus mercados, para o Sudoeste e Centro-Oeste do Brasil. Em 2020, a Caldo Bom industrializou mais de cinco milhões de toneladas de produtos.// SONORA MATHEUS STIVAL.//
No entanto, a empresa também sentiu o baque da pandemia, principalmente no forte aumento de preço de insumos e matérias-primas, o que estreitou as margens de lucro. Saindo da Região de Curitiba e indo para os Campos Gerais, Castro abriga uma empresa familiar fundada em 1995 com o objetivo de beneficiar batatas, e que hoje é líder nacional na venda de produtos prontos para consumo. Enrico Milane, CEO da Vapza, contou que a família dele trouxe da França a tecnologia para processar alimentos e entregá-los ao consumidor prontos para consumir.// SONORA ENRICO MILANE.//
Além de atender o país todo, a Vapza exporta seus produtos para 12 países. A unidade industrial, que emprega cerca de 380 pessoas, processa 500 toneladas de alimentos por mês. Enrico destacou que todos os produtos da Vapza são cozidos, embalados a vácuo e esterilizados.// SONORA ENRICO MILANE.//
Com a pandemia e o fechamento dos estabelecimentos comerciais, a venda para redes de restaurantes caiu. No entanto, a venda de varejo aumentou, não afetando os negócios da Vapza. Pelo contrário, a companhia viu a demanda crescer e aumentou em 20% seu quadro funcional desde o início da pandemia. Como a inovação é a marca registrada da empresa, eles já estão trabalhando no lançamento de uma nova linha de produtos, ainda em 2021, desta vez voltada para crianças. De volta à região de Curitiba, nasceu na Capital do Estado, em 1990, uma pequena fabricante de produtos saudáveis, que se tornou líder de segmento no país. A Jasmine surgiu no mercado com uma proposta diferente: ofertar produtos e alimentos que fazem bem à saúde. Rodolfo Tornesi Lourenço, diretor de inovação e transformação da Jasmine, explicou que mesmo saindo da gestão familiar e tornando-se uma multinacional, a empresa mantém na sua essência a indústria local. São priorizados não apenas os insumos, mas também a mão de obra regional na produção. Rodolfo explicou que, para o segmento em que a empresa atua, estar próximo dos fornecedores de matéria-prima é essencial.// SONORA RODOLFO TORNESI.//
A fábrica da Jasmine está instalada em Campina Grande do Sul e emprega cerca de 300 pessoas. Os produtos saem dali para todo o mercado nacional, além de serem exportados para o Uruguai.
Em 2020, a meta de crescimento da empresa era de 15%. No entanto, a Jasmine bateu 20% de crescimento e almeja expandir ainda mais os negócios. Por sua vez, a Jandira é uma empresa familiar instalada em Pinhais, e que tem 60 anos de história. Gabriel Augustho Beraldi, diretor administrativo da companhia, relatou que o avô começou a empresa.// SONORA GABRIEL BERALDI.//
A companhia emprega cerca de 40 pessoas e para o segundo semestre deste ano prepara um retorno às origens: voltará a produzir temperos. De acordo com Gabriel, a Jandira continuará importando os produtos necessários e comprando o que for possível do mercado local, mas fará as misturas em sua unidade fabril, garantindo a qualidade e o grau de pureza dos temperos que chegarão à mesa dos paranaenses. O projeto Feito no Paraná foi criado pelo Governo do Estado, e elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, com o objetivo de dar mais visibilidade para a produção estadual. A meta é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses, movimentar a economia e promover a geração de emprego e renda. Outros detalhes sobre como empresas paranaenses interessadas podem participar do programa, bem como as reportagens anteriores da série especial, podem ser conferidos em www.aen.pr.gov.br. (Repórter: Wyllian Soppa)
Na reportagem desta semana da série Feito no Paraná, vamos conhecer algumas empresas de alimentos processados, que se destacam em suas áreas de atuação.
Instalada no município de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, está a cinquentenária Caldo Bom. Matheus Stival, Head de Operações e terceira geração da família à frente da empresa, contou que a Caldo Bom começou como beneficiadora simples de farináceos e cereais. Com o tempo, viu que precisava inovar e ampliar sua gama de produtos. Segundo ele, hoje cerca de 150 itens compõem a marca, entre eles o feijão Caldo Bom, líder absoluto em vendas no Sul do Brasil há mais de uma década.// SONORA MATHEUS STIVAL.//
A unidade industrial instalada em Campo Largo emprega cerca de 300 pessoas, entre empregos diretos e indiretos. Agora, de acordo com Matheus, o objetivo da empresa é ampliar seus mercados, para o Sudoeste e Centro-Oeste do Brasil. Em 2020, a Caldo Bom industrializou mais de cinco milhões de toneladas de produtos.// SONORA MATHEUS STIVAL.//
No entanto, a empresa também sentiu o baque da pandemia, principalmente no forte aumento de preço de insumos e matérias-primas, o que estreitou as margens de lucro. Saindo da Região de Curitiba e indo para os Campos Gerais, Castro abriga uma empresa familiar fundada em 1995 com o objetivo de beneficiar batatas, e que hoje é líder nacional na venda de produtos prontos para consumo. Enrico Milane, CEO da Vapza, contou que a família dele trouxe da França a tecnologia para processar alimentos e entregá-los ao consumidor prontos para consumir.// SONORA ENRICO MILANE.//
Além de atender o país todo, a Vapza exporta seus produtos para 12 países. A unidade industrial, que emprega cerca de 380 pessoas, processa 500 toneladas de alimentos por mês. Enrico destacou que todos os produtos da Vapza são cozidos, embalados a vácuo e esterilizados.// SONORA ENRICO MILANE.//
Com a pandemia e o fechamento dos estabelecimentos comerciais, a venda para redes de restaurantes caiu. No entanto, a venda de varejo aumentou, não afetando os negócios da Vapza. Pelo contrário, a companhia viu a demanda crescer e aumentou em 20% seu quadro funcional desde o início da pandemia. Como a inovação é a marca registrada da empresa, eles já estão trabalhando no lançamento de uma nova linha de produtos, ainda em 2021, desta vez voltada para crianças. De volta à região de Curitiba, nasceu na Capital do Estado, em 1990, uma pequena fabricante de produtos saudáveis, que se tornou líder de segmento no país. A Jasmine surgiu no mercado com uma proposta diferente: ofertar produtos e alimentos que fazem bem à saúde. Rodolfo Tornesi Lourenço, diretor de inovação e transformação da Jasmine, explicou que mesmo saindo da gestão familiar e tornando-se uma multinacional, a empresa mantém na sua essência a indústria local. São priorizados não apenas os insumos, mas também a mão de obra regional na produção. Rodolfo explicou que, para o segmento em que a empresa atua, estar próximo dos fornecedores de matéria-prima é essencial.// SONORA RODOLFO TORNESI.//
A fábrica da Jasmine está instalada em Campina Grande do Sul e emprega cerca de 300 pessoas. Os produtos saem dali para todo o mercado nacional, além de serem exportados para o Uruguai.
Em 2020, a meta de crescimento da empresa era de 15%. No entanto, a Jasmine bateu 20% de crescimento e almeja expandir ainda mais os negócios. Por sua vez, a Jandira é uma empresa familiar instalada em Pinhais, e que tem 60 anos de história. Gabriel Augustho Beraldi, diretor administrativo da companhia, relatou que o avô começou a empresa.// SONORA GABRIEL BERALDI.//
A companhia emprega cerca de 40 pessoas e para o segundo semestre deste ano prepara um retorno às origens: voltará a produzir temperos. De acordo com Gabriel, a Jandira continuará importando os produtos necessários e comprando o que for possível do mercado local, mas fará as misturas em sua unidade fabril, garantindo a qualidade e o grau de pureza dos temperos que chegarão à mesa dos paranaenses. O projeto Feito no Paraná foi criado pelo Governo do Estado, e elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes, com o objetivo de dar mais visibilidade para a produção estadual. A meta é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses, movimentar a economia e promover a geração de emprego e renda. Outros detalhes sobre como empresas paranaenses interessadas podem participar do programa, bem como as reportagens anteriores da série especial, podem ser conferidos em www.aen.pr.gov.br. (Repórter: Wyllian Soppa)