Complexo Social de Maringá vai atender egressos para reinserção social
10/12/2020
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública e do Departamento Penitenciário, inaugurou nesta quarta-feira o Complexo Social de Maringá. A estrutura é mais um avanço para a reinserção social de egressos do sistema penitenciário. No local serão atendidas pessoas em alternativas penais e aquelas que cumprem pena com monitoração eletrônica. O trabalho terá três principais eixos de atuação: o Escritório Social, a Central Integrada de Alternativas Penais e o Núcleo de Apoio ao Monitorado. O secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, destacou que a assistência aos presos é uma oportunidade para que, ao saírem do sistema penitenciário, eles voltem para a sociedade com a possibilidade de uma reinserção social plena. O secretário reforça a importância do trabalho conjunto e da atuação de profissionais capacitados.// SONORA ROMULO MARINHO SOARES.//
O Complexo Social de Maringá fica na Rua Marques de Abrantes, nº 47, Zona 07, e vai prestar apoio aos egressos do sistema com a atuação de assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e assistentes jurídicos. O trabalho desses profissionais é viabilizado por meio de convênio entre a Secretaria da Segurança Pública e a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Com o convênio, estudantes do Curso de Especialização em Gestão Pública da Universidade Estadual de Ponta Grossa podem auxiliar nos projetos do Complexo Social. Conforme demanda judicial, os detentos que prestam serviço à comunidade são encaminhados às entidades de apoio cadastradas para promover atividades que contribuem com os serviços realizados naqueles locais. Ao mesmo tempo, cumprem as medidas impostas pelo Poder Judiciário. Para o coordenador regional de Maringá, Luciano Brito, o complexo vai permitir um grande avanço.// SONORA LUCIANO BRITO.//
Segundo o coordenador do Complexo Social de Maringá, Alan Gazola, serão coordenadas as etapas de execução penal do início ao fim, cumprindo a lei de maneira integrada.// SONORA ALAN GAZOLA.//
Alan ainda destacou os três principais eixos de atuação da unidade. O primeiro é o Escritório Social, onde é oportunizado trabalho e estudo aos egressos. O segundo é a Central Integrada de Apoio às Alternativas Penais, para que a pessoa que cometeu delitos menos graves possa cumprir a pendência de maneira humana e digna. Por fim, o Núcleo de Apoio ao Monitorado vai ao encontro das necessidades dos monitorados com suporte para atendimento de saúde pública e escola. (Repórter: Amanda Laynes)
O Complexo Social de Maringá fica na Rua Marques de Abrantes, nº 47, Zona 07, e vai prestar apoio aos egressos do sistema com a atuação de assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e assistentes jurídicos. O trabalho desses profissionais é viabilizado por meio de convênio entre a Secretaria da Segurança Pública e a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Com o convênio, estudantes do Curso de Especialização em Gestão Pública da Universidade Estadual de Ponta Grossa podem auxiliar nos projetos do Complexo Social. Conforme demanda judicial, os detentos que prestam serviço à comunidade são encaminhados às entidades de apoio cadastradas para promover atividades que contribuem com os serviços realizados naqueles locais. Ao mesmo tempo, cumprem as medidas impostas pelo Poder Judiciário. Para o coordenador regional de Maringá, Luciano Brito, o complexo vai permitir um grande avanço.// SONORA LUCIANO BRITO.//
Segundo o coordenador do Complexo Social de Maringá, Alan Gazola, serão coordenadas as etapas de execução penal do início ao fim, cumprindo a lei de maneira integrada.// SONORA ALAN GAZOLA.//
Alan ainda destacou os três principais eixos de atuação da unidade. O primeiro é o Escritório Social, onde é oportunizado trabalho e estudo aos egressos. O segundo é a Central Integrada de Apoio às Alternativas Penais, para que a pessoa que cometeu delitos menos graves possa cumprir a pendência de maneira humana e digna. Por fim, o Núcleo de Apoio ao Monitorado vai ao encontro das necessidades dos monitorados com suporte para atendimento de saúde pública e escola. (Repórter: Amanda Laynes)